O que ocorrerá na terra entre o arrebatamento e a revelação de Jesus ao mundo.

21/09/2012 09:40

 

Apostasia total e generalizada entre os homens (2 Ts 2.3; Lc 18.18b)

Retorno total dos judeus à sua terra (Is 11.11,12; Os 3.5; Mt 24.9)

Retorno (em todo sentido) de outros povos bíblicos. Moabe - Jr 48.47 (ARA); Amom - Jr 49.5; Elão - Jr 49.39 (ARA). Hoje essas regiões constituem o centro-sul da Jordânia. Pertencerão a Israel durante o Milênio (Is 11.14; Nm 24.17; Sl 60.8,9).

Reconstituição do Templo de Jerusalém o qual será destruído pelo Anticristo durante a grande Tribulação, ao ser-lhe recusada adoração pelos judeus (2 Ts 2.4; Mt 24.15; Ap 11.1,2). Na última referência, medir tem o sentido de Juízo Divino.

Surgimento no cenário mundial da Besta ou Anticristo. Trata-se de um homem de capacidade invulgar, personificando o Diabo (2 Ts 2.3-9; Ap 13.1-8,17,18). Ele apresentar-se-á às nações como sendo o Messias Redentor da humanidade (2 Ts 2.4-9; Ap 13.11-16). Ele será um super líder POLÍTICO (Ap 13.5).

Surgimento da segunda Besta ou Falso Profeta. - Este será um super líder religioso (Ap 13.11-16).

Daí a consumação de uma religião totalmente inversa a de Deus (Ap 13.8-12; 2 Ts 2.4). O atual Movimento Ecumênico Mundial, bem como o Concílio Mundial de Igrejas são indícios disso. Comparar Jezabel reunindo religiões em 1 Rs 18.19. Compare Ap 2.20.

Surgimento de uma federação mundial de nações, tendo como núcleo a área do Antigo Império Romano (Dn 2.34,44; 7.24,25; Ap 13.1; 16.14; 17.12). O Anticristo será o seu governante. Em Daniel 2.34, vemos que a “Pedra”, uma figura de Cristo na Sua vinda para as nações, feriu a estátua simbolicamente nos pés (Dez dedos) uma expressão do império Romano que nunca existiu no passado. Prova disso: Quando o Império se desfez, subsistia sob a forma de duas pernas, a saber, O Império do Ocidente - onde Roma era a capital; e o Império do Oriente - onde Constantinopla era a capital (Dn 2.33). A Formação dos países que constituirão esse futuro reino, caminha a passos largos no momento: Sem dúvida os mercados comuns sendo o principal o MCE com sede em Bruxelas, porém fundado em Roma.

A Grande Tribulação terá  lugar (entre o Arrebatamento da Igreja e a volta de Jesus em Glória), Mt 24.21 ARA; Dn 9.27. A Grande Tribulação assolará em primeiro plano os judeus, visando levá-los ao Arrependimento (Zc 12.10-11; 13.8,9; Mt 23.39; Ez 20.34-38; Jr 30.7). A Terra toda sofrerá os horrores da Grande Tribulação (Jr 25.21,32; Mt 24.29; Lc 21.16; Ap capítulos 2,6,10,18). Mt 24, acrescenta muitos detalhes à Grande Tribulação.

Guerra na primeira metade da Grande Tribulação. Nesta guerra será derrotado o poderio do materialismo ateu, noutras palavras: o Comunismo. Será uma guerra de curta duração, mas altamente destruidora, como vemos em Ez 38, através da palavra profética.

Invasão de Israel pela Rússia: Textos principais sobre esta invasão: Ez 38.5-6; Jl 2.1-11. Época desta invasão de Israel: Nos últimos dias da atual dispensação - Ez 38.8-16. O Invasor vem do Norte. Os aliados do Invasor: A Rússia, a poderosa nação do Norte (Isto é, ao Norte de Israel) será apoiada nessa invasão, por nações européias, asiáticas e africanas - Ez 38.5-6; Dn 11.40.43. O termo Etíopes em Dn 11.43, não se refere somente a moderna Etiópia, mas a outros povos africanos, oriundos dos primitivos etíopes bíblicos, que já foi um extenso e poderoso reino.  Segundo a profecia de Ez 38, o atual Irã tornar-se-á comunista (Ez 38.2,5). No v.5 ele é visto sob o termo “persas”. O Egito também será invadido pela Rússia (Dn 11.42). Talvez a razão disso seja o já existente acordo de paz entre o Egito e Israel. É maravilhoso ver o plano de Deus em marcha!... Três países serão poupados da invasão Russa: Edom, Moabe e Amom - que hoje são parte da Jordânia (Dn 11.41). Serão poupados para que mais tarde acolham o remanescente de Israel, na sua fuga para o deserto, durante a perseguição destruidora do Anticristo (Is 16.1-5; Mt 24.20; Ez 20.35-38; Os 2.14; Dn 11.40-41; Sl 60.9; Ap 12.6,13,14). O motivo da invasão pela Rússia. As riquezas do Mar Morto (Ez 38.11-13). Mas também a posição estratégica de Israel (Ez 5.5). Um Conflito confundido com o Armagedom. Muita gente confunde este conflito de que estamos falando, com o Armagedom, mas há muita diferença entre ambos. O conflito armado de que estamos falando terá lugar no início da septuagésima semana de anos (Dn 9.27). Isto equivale dizer no início da Grande Tribulação. Ao passo que o Armagedom terá lugar no fim desta semana. Nesta invasão de Israel, apenas um bloco definido de nações participará (como já vimos); ao passo que o Armagedom, todas as nações participarão (Ap 16.14; 19.19; Jl 3.2; Zc 12.3b; 14.4-9). Detalhes da destruição do Invasor: Explosão nuclear(?) - Ez 38.19-20; 39,6. Rebelião entre tropas atacantes - Ez 38.21. Flagelos sobrenaturais sobre o inimigo - Ez 38.22. Morticínio incalculável - Ez 39.21 (Serão tantos os mortos do inimigo que Israel levará 7 meses para sepultá-los - Ez 39.12; Sl 2). Escapará apenas 1/6 dos exércitos atacantes - Ez 39.2 - ARC –

Deus intervirá destruindo o Invasor. Para Deus, Israel é “minha terra” (Ez 38.16; Gn 17.8). Será pois uma intervenção divina contra o invasor no próprio território de Israel (Ez 39.4). Resultado da miraculosa intervenção divina: Israel buscará a Deus, começando então sobre essa nação o derramamento Pentencostal. Vejamos isso na profecia: Em Jl 2.20 vemos o Senhor destroçando os exércitos invasores, e em 2.28, vemos a promessa do derramamento do Espírito Santo. Esta promessa teve um cumprimento parcial a partir do Dia de Pentencostes (At 2.16,17), mas então terá pleno cumprimento. Muitos judeus serão salvos então. Uma evidência do que estamos falando é que no dia de Pentencostes não se cumpriram os sinais preditos em Jl 2.30,31 o que só ocorrerá durante a Grande Tribulação (Mt 24.29; Ap 6.12-14; Antigo Testamento 2.19-20). Entre os judeus salvos haverá 144.000 selados. O selo certamente é mencionado em Ap 14.1. São representantes das tribos. Dentre eles sairão os missionários que levarão ao mundo a Palavra de Deus (Is 66.19). Eles substituirão a Igreja na hora de testemunhar. Deus nunca ficou sem testemunho, nem mesmo durante a apostasia de Israel (1 Rs 19.19; Rm 11.5). Os testemunhos dos judeus salvos durante a Grande Tribulação, resultará a uma grande multidão de salvos entre as nações (Ap 7.9,13,14). Sofrerão muito. Serão martirizados, ressuscitando antes do Milênio, para dele participarem com Cristo (Ap 20.4).

O Anticristo uma vez sabendo que Edom, Moabe e Amom abrigaram os judeus que escaparam da sua investida arrasadora, os invadirá. Disso é prova o fato de que o Senhor Jesus, na Sua Vinda, antes de descer sobre o Monte das Oliveiras, primeiramente destruirá a Edom (Is 63.1-6).

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