O Arrebatamento da Igreja

21/09/2012 09:38

 

Aproxima-se rapidamente, Ap 1.3b; 1 Pe 4.7

É um mistério só plenamente compreendido quando ocorrer, 1 Co 15.51

Terá eventos:

No céu: Ouvir-se-á o brado de Jesus (Jo 14.3) - isto tem a ver com a Igreja; ouvir-se-á a voz de arcanjo (1 Ts 4.16) - isto tem a ver com Israel; Ouvir-se-á os toques de trombetas (1 Ts 4.16) - isto tem a ver com as nações (Ap 8.6 ss.).

Nos ares: Jesus descerá até as nuvens no momento do arrebatamento, 1 Ts 4.16,17.

Na terra: Dar-se-á a ressurreição dos mortos justos (1 Ts 4.14) e o arrebatamento dos vivos justos (1 Ts 4.14). É a redenção do corpo mencionada em Rm 8.23

O Arrebatamento da Igreja, sua natureza:

Será secreto para o mundo (Mt 25.1,10): Ver também a expressão “santa convocação”, em Lv 23.24, que prefigurava este evento. Ainda em Lv 23, vemos que a Festa das Trombetas vinha muito depois da Festa de Pentecostes e o Arrebatamento da Igreja (que ainda não se deu).

Será repentino: “Nm momento” (1 Co 15.52). 1 Ts 5.2 - O ladrão aparece repentinamente. Seus servos devem esperá-lo preparados (Mt 25.10).

O período entre o arrebatamento da Igreja e a revelação de Jesus

É um período de sete anos - Ap 11.3;13.5; Dn 9.27 (“Uma semana”).

Esses sete anos correspondem a 70a Semana de anos de Dn 9.24,27

É bíblica a expressão semana de anos, Lv 25.8

Ilustração prática da semana de anos, Gn 29.20-27

Muitos objetam aqui, quanto a extensão deste período, esquecendo que a primeira vinda de Jesus levou mais 30 anos

Esqueceram-se, ainda, de que para Jesus vir com Seus santos (Jd 14; Zc 14.5) é mister que primeiro os tome para Si (1 Ts 3.13).

O que ocorrerá nos céus entre o arrebatamento e a revelação de Jesus.

O julgamento dos crentes (2 Co 5.10; Rm 14.12; Jo 4.17)

Este julgamento será:

Do trabalho efetuado por cada crente, para Deus (1 Co 3.12-15). Trata-se mais da qualidade do trabalho feito do que da quantidade de trabalho.

Da conduta de cada crente (2 Co 5.10)

Do tratamento que nós dispensamos aos irmãos da fé (Rm 14.10; Gl 6.9,10; Tg 5.9; Mt 18.32-35).

Somos verdadeiros no íntimo (Sl 51.6); nada há que temer nesse juízo, pois o juiz é justo, portanto, não haverá injustiças.

Esse juízo da Igreja nada tem a ver com a Salvação, pois esta se obtém mediante a fé, e não por obras. Como se trata de um Juízo de obras, o resultado será recompensa, ou perda de recompensa.

Ocorrerá também nesse tempo no céu, as Bodas do Cordeiro (Ap 19.7,9; Lc 22.16,30)

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