G12-AS VELHAS HERESIAS

21/09/2012 10:12

 

Postado por Web Evangelista , às 2/08/2010 09:46:00 AM

Uma nova onda tem assolado muitas denominações no Brasil e no mundo, trata-se do movimento de Igreja em Células também chamado G12.

O G12 surge como uma proposta de reforma eclesiástica reivindicando para si mesmo uma nova fase para a igreja de Jesus.

A única coisa que tem feito realmente é espalhar divisão, heresias e confusão no seio das igrejas, além de não ganhar almas, mais fazer um tipo de proselitismo.

O G12 está longe de ser uma reforma, mais tem em sua prática uma junção de inúmeras velhas heresias e distorções, as quais temos estudado em aulas anteriores.

O G12 é uma miscelânea de besteiras, lavagem cerebral, heresias e visões pessoais colocadas em igualdade com a verdade.

O movimento alega que o seu modelo é o da "igreja primitiva", espalha as suas distorções através de encontros e reuniões marcadas pelo sensacionalismo, suspense, psicologia e misticismo; utiliza ainda, como grande força divulgadora, as músicas que espalham a "visão" G12 de modo sutil.

Estaremos estudando o assunto G12 nestas próximas aulas; e espero que os irmãos tenham a noção da gravidade do movimento e do quanto é nocivo para o Evangelho.

1. I)Três boas razões para não aceitar o sistema G12

1.1. 1-Os líderes

O Pai do G12 é o pastor César Castellanos Dominguez (pr. da Missão Carismática Internacional). O maior problema é que, como em toda seita, ele alega que Deus fala consigo face a face e lhe deu a revelação do modelo G12 através de varias visões.

No Brasil, os maiores nomes são o de Valnice Milhomens e Renê Terra Nova, que alegam serem os discípulos legítimos de Castellanos, tendo, segundo eles, recebido dele autoridade por delegação. Vale lembrar que Valnice Milhomens é presidente de um ministério com práticas controversas, tais como, judaísmo, sabatismo, rituais esquisitos como raspar a cabeça, enterrar santa ceia, etc...Além de ter predito o ano da volta de Jesus.

Vale lembrar ainda que várias igrejas nacionais da Sr. Valnice enfrentavam dificuldades e não cresciam.

Olhando para os líderes, da para desconfiar do movimento.

Jesus nos ensinou que olhando para os frutos conheceríamos a árvore (Mt 7.15-23)

Veja ainda: Tg 3. 10-12

Como pode um cristão filiar-se a um sistema com líderes deste tipo?

Por que será que o G12 é tão buscado por ministérios falidos e "queimados"? Será que é por ser um modo fácil e barato de se "encher" a denominação e projetar seus líderes? Será que é por ser um modo fácil de se "tomar" membros de outras denominações?

1.2. 2-A Bíblia não mostra em parte alguma um sistema de igreja ou evangelização aos moldes do G12.

Os adeptos do movimento G12 se ufanam em dizer que a "visão" das células é o verdadeiro modelo de igreja e afirmam que é a forma que Jesus ensinou, entretanto será isto uma verdade?

A)-Primeiramente quero deixar claro que Jesus não tinha apenas doze discípulos. Em Mt 10.1- 33 ele enviou 12 discípulos; mais depois enviou setenta! Ver Lc 10. 1-24 . Muitos seguiam a Jesus, a questão é que ele separou 12 para serem líderes e para serem  apóstolos (Lc 6.12-16).

B)-Em segundo lugar, os adeptos do G12 mostram não possuir base teológica e desconhecem a história da igreja. De início; os primeiros cristãos procuravam se reunir no templo; conforme o Evangelho expandiu-se, a figura das sinagogas foi importantíssima. Com a aceitação gentílica, começaram a formar-se igrejas que geralmente partiam da casa de algum convertido; no entanto, estas igrejas logo cresciam. Não vemos na Bíblia nenhum modelo de células de 12 discípulos. Veja o exemplo da igreja em Corinto, ela possuía apenas 12 membros?

C)-No livro de Atos, que conta à história do início da igreja, vemos logo de imediato, aproximadamente 120 (At 1.12-15) discípulos reunidos no cenáculo e certamente não se tratava de um "encontro", pois eles se reunião diariamente de forma perseverante.

D)-Na primeira pregação, 3000 almas se converteram e foram batizadas (At 2. 41-47).

E)-O número de discípulos logo se multiplicou (At 6.1), entretanto não da forma pregada no G12. Este texto deixa claro que haviam muitos reunidos juntos.

F)-O simbolismo da igreja como corpo de Cristo deixa claro que as diversidades dentro das igrejas locais são necessárias para que um membro dependa do outro, e para que os dons e talentos distribuídos por Deus se manifestem.(ver I Co 12.12 e 14.26; se possível, lei os capítulos 12,13 e 14 inteiros).

G)-Existem muitos modelos para formarmos líderes e distribuirmos funções, isto dependerá da necessidade da igreja local e das circunstâncias. Em Ex 18. 18-23, Moisés separou o povo em grupos de acordo com a capacidade de cada líder (grupos de 1000, 100, 50 e 10), no entanto, não houve separação dos grupos de dentro da comunidade. Os grupos eram apenas para facilitar a assistência.

Em Nm 11. 14-16, foram separados 70 anciãos para ajudarem a Moisés.

H)- O sistema estrutural do G12 não se encaixa com os moldes bíblicos.

Vimos nisto tudo que a "visão" dos 12 não é uma fórmula única e bíblica de igreja.

Este é um dos motivos pelo qual, de imediato, não aceitamos o modelo do G12.

Obs: Ainda não estou levando em conta o que acontece nas células, encontros e as heresias ensinadas.

1.3. 3- O modelo G12 é baseado em visões e interpretações particulares dos seus líderes.

      Eis aqui um grande motivo para não aceitar o G12! A tradição, as visões dos líderes e as profecias; são colocadas em igualdade de autoridade com a Bíblia. Isto nos lembra o catolicismo romano com as suas historinhas e também as visões dos inventores de seitas como os Mórmons, Adventistas, etc... ( ITm 4.1-5)

Cuidado!! (Mt 24.4-5; II Co 11. 13-15; I Jo 4.1)

A Bíblia é suficiente (Dt 8.2,3; Is 8.19,20; Jr 23. 28-31; Mt 4.4; IITm 3.16,17) !

A Palavra revela a Cristo (Jo 5.39).

Jesus é a Palavra viva (Jo 1. 1-14; Ap 19.11-16)!

Somente a Palavra de Deus liberta o homem (Jo 8.32) e tem poder de regenerar as vidas (I Pe 1. 23-25).

Queridos, não podemos basear a nossa fé em outra coisa que não seja a Palavra de Deus. Não podemos ir além ou ficarmos aquém do que está escrito! Veja as advertências encontradas em I Co 4.6; Gl 1.8,9 e Ap 22. 18,19.

 

2. I ) A estruturado movimento G12

O modelo é estruturado partindo de um programa chamado "Escada do Sucesso". Este programa tem 4 etapas, a saber:

Evangelização, consolidação, treinamento e envio.

2.1. I.1)Evangelização

Ocorre nas células que devem ter 12 componentes. Quando ela atingir 24, deverá se dividir em duas.

Duas coisas devem ser observadas:

1ª- O Proselitismo está incluído na suposta evangelização, ou seja, "pescar no aquário".

2ª- O ensino fica sob a responsabilidade das células e não da igreja.

2.2. I.2)Consolidação

Neste ponto a fé do indivíduo é "amadurecida". É aqui nesta fase que ocorre o "encontro". As finalidades do encontro são:

1ª- Libertar a pessoa através da cura interior e quebra de maldições.

2ª- Buscar ser batizado com o Espírito Santo.

3ª- A mais importante: Conduzir o participante à "visão", ou seja, ao modelo G12. No encontro é feita a transição do modelo de igreja antigo para o G12. Este processo é chamado de "transicionar", "receber a visão" ou "receber a unção da multiplicação".

O encontro tem a duração de dois ou três dias e é feito em retiro, preferencialmente no final de semana. Antes do encontro há um pré-encontro e depois um pós-encontro.

Nos encontros são feitas palestras intensivas de várias horas de duração corridas, com extremo rigor de disciplina. Há a proibição de intercomunicação entre os participantes, e um grande apelo emocional.

Qualquer pessoa pode participar do encontro, desde que seja crente, ou seja, poderão participar crentes de todas as denominações que seguem o modelo ortodoxo de igreja, com um detalhe: Não precisam sair de suas denominações!

2.3. I.3)Treinamento

É feito nas denominações que aderiram a "visão" através da "escola de líderes". São preparados, em cursos breves, os líderes que dirigirão as células de 12.

      I.4)Envio- É a última fase, quando o líder é enviado para assumir uma célula. Cada componente da célula se tornará um novo líder de células.

3. II) O que há de errado com a estrutura do G12?

A resposta é simples: O que acontece dentro dela!

Vejamos:

3.1. II.1- Nas células

a.O proselitismo que é feito em todas as seitas é repetido no G12. Para os adeptos, somente quem está na "visão" está correto. O fato de poder participar das células e encontros sem sair das igrejas de origem não é bondade, mais sim uma estratégia para penetrar a "visão" sorrateiramente dentro das igrejas, causando confusão e divisões. Mt 23.15; Rm 15.20

Por que anunciar a salvação a quem já é salvo?

b.O ensino passado nas células é contrário ao passado nas igrejas e os líderes das células são despreparados para ensinar e aconselhar; mas, em contra-partida, extremamente doutrinados para angariar adeptos e passar a "visão".

3.2. II.2- Nos encontros

a.Nos encontros são utilizadas técnicas de lavagem cerebral através da massificação de informações sem tempo hábil para o raciocínio analítico e crítico dos participantes.

b.A influência das músicas com forte apelo para a aceitação da "visão" e o pensamento doutrinário do G12 é marcante nos encontros. As músicas são igualmente massificadas penetrando no inconsciente dos participantes (mensagem subliminar).

c.Existe um forte apelo emocional

d.O pacto de silêncio é algo simplesmente diabólico! A proibição de comunicação entre os participantes impede que os olhos sejam abertos para os absurdos por parte daqueles que porventura tenham percebido os erros e evita os questionamentos.

A proibição de contar o que ocorre nos encontros visa gerar curiosidade e fisgar mais vítimas.

Isto tudo cria em torno dos encontros um clima de misticismo e ocultismo.

e.A prática de doutrinas neopentecostais, prova que a origem do movimento não é do Senhor, pois estas doutrinas ferem a Palavra de Deus. Exemplo: Quebra de maldições, cura interior, terapias de regressão, libertação de espíritos familiares, etc... (Estas aberrações já foram refutadas nas aulas anteriores).

Estaremos estudando na próxima aula as doutrinas difundidas pelo G12.

3.3. II.3-No treinamento

Já dizia um dito popular: "A pressa é inimiga da perfeição!".

Jesus gastou 3 anos para preparar os apóstolos.

Amados, tenho trabalhado arduamente na formação de líderes em minha igreja (existem obreiros que estão sendo preparados a mais de 7 anos. Cristo tem me preparado a cada dia e ainda sei que tenho muito a aprender); formar um obreiro é a coisa mais difícil que existe, mesmo sendo criterioso, muitas vezes aqueles que separamos desviam-se da verdade; até mesmo o Senhor não esteve isento de passar por esta luta (Mt 10. 1-4; 26.14-16; Jo 12. 4-8).

      A escassez de obreiros é o reflexo da sociedade atual dentro da igreja, onde as pessoas buscam os seus próprios interesses(II Tm 3. 1-5).

Jesus havia dito: "A seara é realmente grande, mas os ceifeiros são poucos..." (Mt 9.37,38; Lc 10.1e2).

Se as dificuldades são grandes nas igrejas sérias; o que dizer dos líderes "miojos" preparados no G12?

Separar um líder é mais do que tornar alguém apto para cuidar de uma célula, é mais do que uma questão de conhecimento teológico, ser líder é atender ao chamado de Deus e negar a si mesmo! Nem todos recebem de Deus este chamado!(I Co 12.28-30).

Que qualidade tem os líderes preparados pelo movimento G12?

Na realidade os "discípulos" não são apenas preparados para pregar a Cristo, mais são treinados principalmente para divulgar a "visão"; é como o treinamento de vendedores de um produto.II.4-No envio

 

São enviados para o que realmente?

Cuidar das células e divulgar as idéias dos seus líderes

4. I- A interpretação bíblica segundo o G12

Antes de analisarmos as principais idéias do movimento G12, precisamos ver como eles interpretam as escrituras. Primeiramente quero deixar claro que eles afirmam serem obedientes as escrituras (do mesmo modo que muitas seitas também o dizem), o problema está em como a interpretam.

I.a) Ambigüidade na interpretação

Em outras palavras, os textos são tratados de forma relativa podendo ter vários significados.

Exemplos:

1)Joel 2.28

Este texto se refere ao derramar do Espírito Santo sobre a nação de Israel no fim dos tempos (Zc 12.10; 13.1,7-9; Rm 11.25-28) e, devido ao endurecimento de Israel, foi derramado aos gentios (At 2.14-18). Apesar de todas as evidências do contexto, o G12 diz que os sonhos e visões de Joel 2.28 se referem ao G12.

2)Habacuque 2.2

Em Hc 2.2 a palavra visão claramente se refere à visão que o profeta teve em resposta a sua oração; mais para o G12 também é a visão de César Castellanos.

3)Jr 23.28

Ao analisar o contexto posterior, percebemos claramente que este texto mostra a diferença entre o falso profeta que fala de si próprio, e o profeta de Deus que fala a  Palavra de Deus; entretanto para o G12 pode soar como se Deus desejasse que contassem os seus sonhos.

Obs:

        Sonho no G12 é o desejo dos líderes; a aspiração por um novo sistema eclesiástico  ou pode ainda ser as experiências pessoais dos seus líderes através de sonhos e visões.

        Visão é a revelação nova de igreja dada a César, Valnice , René, etc...

        Multiplicação é o crescimento "explosivo" através do G12.

I.b) Hermenêutica simbólica e figurada

Todos os detalhes possuem simbolismo.

Exemplos:

1)Jo 4.30

Segundo afirma o G12, é necessário sair da cidade para ter um encontro com Deus (referindo-se aos encontros).

2)II Rs .10,14

Esta experiência serviu de base pra um dos "rebatismos" promovidos pelo G12 em 8/02/04 no lugar chamado Praia Dourada. O evento foi chamado de batismo de Naamã.

I.c) Subjetividade da interpretação.

A interpretação é retirada do contexto e baseada nas experiências pessoais dos líderes.

Exemplo:

1)Mt 3.13-17

Castellanos aplica esta passagem a uma suposta experiência que teve:

      "Quando sai das águas, senti literalmente no espírito que os céus se abriram e que Deus enviava o seu Espírito."

II- Doutrinas

II.1-O homem

No G12 existe um antropocentrismo (ensino que enfatiza o homem; o homem no centro de tudo) claro. Os ensinos de César Castellanos estão impregnados deste antropocentrismo, no mínimo quanto a ele mesmo, pois por vezes se coloca como centro das atenções.

Certa feita, Castellanos afirmou que o Espírito Santo lhe disse o seguinte após ter orado: "...E por que tardaste tanto a decidi-lo? Por que até agora tu eras o pastor e eu teu auxiliar? Tu me dizias: Espírito Santo abençoa esta pessoa e esta obra, abençoa o que vou pregar, abençoa a igreja e eu tinha que fazê-lo!"

Valnice declara a respeito do suposto horário de adoração a Maria das 18h: "...Pai, comoautoridade espiritual desta nação, revogo o decreto de Roma e estabeleço um outro decreto..."

"...o milagre ocorre quando eu libero o poder do Espírito Santo. E então ocorrem milagres, pois as pessoas são transformadas."

Irmãos; onde fica nesta questão a soberania de Deus? E os seus atributos?

Para o G12, Deus depende da vontade humana

I.2-A salvação

Devido ao antropocentrismo, há uma deturpação da doutrina da salvação. A bandeira da salvação pela fé tão defendida pelos apóstolos do Senhor, pelos pais e pelos reformistas da igreja, bem como a doutrina da certeza da salvação, são deixadas de lado. Rm 8.28-39

A proteção do cristão depende das suas forças; das batalhas espirituais, dos seus decretos, do que ele faz e do que ele fala! Sua vida fica a mercê das suas atitudes. Palavras e gestos podem supostamente abrir portas para que o Diabo entre em nossas vidas, bem como maldições, etc... Daí vem às práticas nos encontros das terapias de regressão, quebra de maldições, cura interior, libertação, etc...

Eles esquecem de textos como: Jo10.7,27-30; 17.12,15,20 e I Jo 4.4; 5.18.

A longanimidade e misericórdia do Senhor também são ignoradas.

II.3-Igreja

Para o movimento G12, Deus lhes deu uma nova "visão" eclesiástica e alem disso, é a única correta. Isto ganha um tom escatológico, pois afirmam que é o modelo final de igreja. Segundo o G12, esta igreja final é avivada e sobrenatural. O problema está em que; como avivada, entendem uma igreja com a manifestação de sinais e estes, por sua vez, são aqueles sinais bizarros do movimento neopentecostal.

Afirmam que haverá um poderoso mover de Deus e que ele já começou, só que este mover são as besteiras que acontecem nos encontros, são as visões, sonhos, profetadas e revelações dos líderes.

Devemos lembrar que não existe avivamento verdadeiro sem quebrantamento de coração, arrependimento, mudança de atitude, vida de comunhão constante com Deus e desejo ardente de conhecer a Palavra e apresentar o Evangelho ao perdido. Todos os avivamentos bíblicos foram acompanhados destas manifestações; além de sofrimento e perseguições.

Sobre os sinais, veja: II Ts 2.7-12; Ap 13. 11-18

A Bíblia fala ainda sobre uma grande apostasia no final dos tempos I Tm 4.1,2; II Tm 3. 1-5; II Pe 2. 1-3; Ap 3. 14-17

Uma outra característica deste suposto mover de Deus é a quebra da estrutura ortodoxa eclesiástica para a implantação do G12.

Por fim, existe um forte apelo de marketing empresarial no G12.

 

Conclusão:

O G12 deve ser rejeitado de imediato por três razões; a saber:

1ª- Os seus líderes;

2ª- Ser um sistema sem base bíblica e, portanto, é falso dizer que é o modelo da "igreja primitiva", embora afirmem isso; e

3ª- Ser originado de visões e profecias particulares como em toda seita e falsa religião.

Na próxima aula continuaremos o assunto G12

A estrutura do movimento G12 está impregnada de costumes e práticas antibíblicas e está montada visando um crescimento rápido; embora este crescimento seja doentio.

Os líderes do G12 buscam espalhar a "visão" dentro das várias denominações evangélicas, angariando adeptos de suas idéias, exercendo, portanto, proselitismo.

Nos seus encontros encontramos uma mistura de sensacionalismo, heresias e lavagem cerebral.

Devidos as suas práticas, o movimento deve ser rejeitado, e não somente isso; deve ser combatido!

O G12 apresenta as mesmas heresias do movimento neopentecostal, sua interpretação bíblica se baseia em princípios, tais como: ambigüidade, hermenêutica simbólica e subjetividade. Suas doutrinas centralizam o homem, transformam o conceito bíblico de salvação e advogam um cumprimento profético do final dos tempos para o seu modelo de igreja.

Por todos os motivos expostos , a "visão dos 12" deve ser descartada, tratando-se de um perigo para as igrejas locais, espalhando a heresia e causando divisões. O G12 é um verdadeiro câncer no seio de algumas denominações e deve ser tratado como um desvio doutrinário bastante sério e combatido com veemência.

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