A Nossa Esperança em Cristo

21/09/2012 09:33

 

É Impressionante como eu vejo, nossos irmãos em Cristo, com dúvidas no tocante ao nosso futuro e ao futuro de Israel. Se de um lado o assunto é polêmico e difícil, por outro, Deus teve o extremo cuidado de deixar-nos tudo escrito em seus mínimos detalhes dentro de sua Santa Palavra.

Lendo a Bíblia e olhando para o mundo em que vivemos. Somos levados a ver que o fim dos tempos se aproxima velozmente. Vejamos as características mencionadas pela Palavra de Deus:p A decadência da Cristandade, o Modernismo, a “descristianização”, o desaparecimento dos fundamentos da fé. Estes fatos juntos, abrindo o caminho para a apostasia que há de vir sob o domínio do Anticristo.

Existem, também, as circunstâncias políticas: A união da Europa Ocidental, e o ressurgimento, em forma de mercado comum, do antigo Império Romano, tal como a Bíblia predisse; O ressurgimento de povos do Oriente Médio, sendo o principal o Estado de Israel.

que será que o amanhã nos tem reservado? Esta não é uma pergunta nova! Centenas de gerações já a fizeram muito antes de nós, todavia após serem passadas a duas últimas guerras mundiais e ao nos lembrarmos dos seus horrores, suas misérias, o terror dos seus campos de concentração, bombardeios aéreos, destruição proposital de cidades, e o que é pior a eminência de um novo conflito o qual não podemos nem imaginar o seu pior quadro, aos quais seriam usadas armas das mais sofisticadas segundo os mais modernos conceitos da ciência bélica. Qual seria o resultado final. Será que realmente os Estados Unidos são os senhores do mundo? Estará a Rússia morta e sepultada para sempre? Terá realmente acabado o comunismo? Seria realmente o último inimigo a ser vencido pelos EUA? E a Ásia? Não representará ela um perigo ao mundo atual? Essas perguntas e muitas outras existem no coração humano e para elas a imprensa e muito menos a política tem a resposta.

Contudo, existe Alguém que pode responder a todas as perguntas do coração do homem. Quando o Homem pergunta a respeito de seu estado, a resposta é: Não há um justo, nem um sequer... Não há ninguém que busque a Deus... Não há quem faça o bem... Não há nem um só... Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus (Rm 3.10 a 23) E se após ser convencido de seu estado miserável o homem pergunta: Como poderei me salvar? Então recebe como resposta: Crê no Senhor Jesus Cristo e será salvo tu e a tua casa. Sobre o seu futuro diz: E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras (Ap 20.11 a 15).

Então à seguir o homem pergunta: Como escaparei do juízo vindouro? Deus com amor responde: Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça mais tenha a vida eterna... Quem crê nEle não é condenado (Jo 3.16-18).

Da mesma forma nós podemos obter respostas sobre o futuro do mundo, da Rússia e da Europa Ocidental, da Palestina e também de toda a humanidade. Porventura o Deus eterno não conhecerá todas as coisas? Aquele que desde o princípio tem anunciado o fim de todas as coisas e fala das coisas que ainda não aconteceram (Is 46.10). Deus conhece o futuro e no-lo revelará (Am 3.7).

Mas a quem Deus revela o futuro? O versículo supra citado nos responde: Não é ao mundo! Porventura a Profecia do Senhor não é o anúncio dos juízos de Deus sobre as nações. O futuro dos povos do Mediterrâneo no Livro de Daniel foi escrito em aramaico e não em hebraico. Não será este fato digno de nota? O futuro Deus deu aos Seus profetas para que o mundo se arrependa de seus pecados e se livre do julgamento que os espera. Lembre-se de Noé e Jonas.

Poderiam os incrédulos estudar as profecias com aproveitamento? Como mesmo se cressem, esquadrinhariam, com corações tranqüilos, a Ira de Deus manifesta (Rm 1.18)? Como ficariam tranqüilos após matarem a Jesus e ouvir dEle dizer: Pelo que Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo o nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus e na terra para a glória de Deus Pai (Fp 2.9-11). E ainda: Porque convém que reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de Seus pés (1 Co 15.25). Como entenderiam, tendo as suas mentes entrenebrecidas pelo pecado (1 Co 2.9 a 16) a Loucura da Salvação?

Para estudarmos as profecias, primeiro precisamos ter a certeza de estarmos a salvo, e segundo, termos o Espírito Santo. Só os verdadeiros crentes podem atender as profecias (Jo 16.13).

Porque então inúmeros crentes não se preocupam com as profecias porque o diabo conhece o seu fim (Ap 20.1-3). Sabe que virá o tempo em que Jesus destruirá o seu reino de trevas até que não mais exista (Is 24.21 e 22). Seus asseclas, os demônios, também sabem disto (Mt 8.29; Mc 5, Lc 8). E temem ser lançados no abismo antes de Ap 20. O Diabo receia, e com razão, de que os crentes se ocupem do juízo que se aproxima sobre o mundo do qual ele é o líder, pois então a sua influência sobre os crentes terminaria, pois eles iriam buscar uma total e completa separação do mundo que está prestes a encontrar o seu fim.

coração do homem precisa de um objeto para se ocupar. Não pode atuar com respeito ao futuro se não pensar nele. Assim, se não temos a nossa frente aquilo que Deus nos mostra, certamente nos ocuparemos com outras coisas. Então, nosso ser tomará as características do que anela os nossos corações. Caso anelemos riquezas, poderes e honras, procederemos de acordo com esse anelo. Caso tenhamos como anelo as coisas futuras e as bênçãos da Igreja, não viveremos diferente de estrangeiros e peregrinos. Se não temos em mente o futuro vivemos o presente, e quantos cristãos tentam melhorar o mundo que um dia manifestou a sua plena corrupção fazendo Jesus passar pelas mais temíveis dores que se pode imaginar (Jo 12.31) ao invés de ganhar almas para a eternidade?

Por tudo isso, não vivamos por vista, mais coloquemos o nosso coração naquilo que o amanhã nos reserva. Estude a Bíblia com oração que nela terás todas as respostas para a tua vida e tome posse da vida eterna e das promessas que Deus revelou para os seus filhos.

Assim sendo convido, ao prezado leitor, a juntamente comigo, a luz das Escrituras, fazermos algumas considerações:

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