A Grande Tribulação

21/09/2012 09:40

 

Na sequência dos eventos escatológicos, enquanto a Igreja arrebatada e ressuscitada está no céu (nos ares) com Cristo, inicia-se um novo e terrível período na Terra, identificado na linguagem bíblica como a Grande Tribulação. Esse período será precedido por vários sinais reconhecidos pelos que lêem e estudam as profecias bíblicas.

Mt 24.21. “Porque haverá, então, grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco haverá jamais.”

Começando com 24.15, Jesus trata de sinais especiais que ocorrerão durante a grande tribulação (as expressões “grande aflição”, de 24.21, e “grande tribulação”, de Ap 7.14, são idênticas no grego). Tais sinais indicam que o fim dos tempos está muito próximo (24.15-29). São sinais conducentes à, e indicadores da volta de Cristo à terra, depois da tribulação (24.30,31; cf. Ap 19.11–20.4).

maior desses sinais é “a abominação da desolação” (24.15), um fato específico e visível, que adverte os fiéis vivos durante a grande tribulação de que a vinda de Cristo à terra está prestes a ocorrer. Esse sinal-evento, visível, relaciona-se primeiramente com a profanação do templo judaico daqueles dias em Jerusalém, pelo Anticristo (ver Dn 9.27; 1Jo 2.18). O Anticristo, também chamado o homem do pecado, colocará uma imagem dele mesmo no templo de Deus, declarando ser ele mesmo Deus (2Ts 2.3,4; Ap 13.14,15). Seguem-se fatos salientes a respeito desse evento crítico:

A “abominação da desolação” marcará o início da etapa final da tribulação, que culmina com a volta de Cristo à terra e o julgamento dos ímpios em Armagedom (24.21,29,30; ver Dn 9.27; Ap 19.11-21).

Se os santos da tribulação atentarem para o fator tempo desse evento (“Quando, pois, virdes”, 24.15), poderão saber com bastante aproximação quando terminará a tribulação, época em que Cristo voltará à terra (ver 24.33).

decurso de tempo entre esse evento e o fim dos tempos é mencionado quatro vezes nas Escrituras como sendo três anos e meio ou 1260 dias (ver Dn 9.25-27; Ap 11.1,2; 12.6; 13.5-7).

Por causa da grande expectativa da volta de Cristo (24.33), os santos daqueles dias devem acautelar-se quanto a informes afirmando que Cristo já voltou. Tais informes serão falsos (24.23-26). A “vinda do Filho do homem” depois da tribulação será visível e conhecida de todos os que viverem no mundo (24.27-30; Ap 1.7).

Outro sinal que ocorrerá, então, será o dos falsos profetas que, a serviço de Satanás, farão “grandes sinais e prodígios” (24.24).

Jesus admoesta a todos os crentes a estarem especialmente alerta para discernir esses profetas, mestres e pregadores, que se declaram cristãos sendo falsos, porém apesar disso, operam milagres, curas, sinais e maravilhas e que demonstram ter grande sucesso nos seus ministérios. Ao mesmo tempo, torcerão e rejeitarão a verdade da Palavra de Deus (ver 7.22; Gl 1.9).

Noutra parte, as Escrituras admoestam os crentes a sempre testarem o espírito que atua nos mestres, líderes e pregadores (ver 1Jo 4.1). Deus permite o engano acompanhado de milagres, a fim de testar os crentes no tocante ao seu amor por Ele e sua lealdade às Sagradas Escrituras (Dt 13.3). Serão dias difíceis, pois Jesus declara em 24.24, que naqueles últimos tempos o engano religioso será tão generalizado que será difícil até mesmo para “os escolhidos” (i.e., os crentes dedicados) discernirem entre a verdade e o erro (ver 1Tm 4.16; Tg 1.21).

Quem entre o povo de Deus não amar a verdade será enganado. Não terá mais oportunidade de crer na verdade do evangelho, depois do surgimento do Anticristo (ver 2Ts 2.11).

Finalmente, a “grande tribulação” será um período específico de terrível sofrimento e tribulação para todos que viverem na terra. Observe:

Será de âmbito mundial (ver Ap 3.10).

Será o pior tempo de aflição e angústia que já ocorreu na história da humanidade (Dn 12.1; Mt 24.21).

Será um tempo terrível de sofrimento para os judeus (Jr 30.5-7).

O período será controlado pelo “homem do pecado” (i.e., o Anticristo; cf. Dn 9.27; Ap 13.12).

Os fiéis da igreja de Cristo recebem a promessa de livramento e “escape” dos tempos da tribulação (ver Lc 21.36; 1Ts 5.8-10; Ap 3.10).

Durante o período da tribulação, muitos entre os judeus e gentios crerão em Jesus Cristo e serão salvos (Dt 4.30,31; Os 5.15; Ap 7.9-17; 14.6,7).

Será um tempo de grande sofrimento e de perseguição pavorosa para todos quantos permanecerem fiéis a Deus (Ap 12.17; 13.15).

Será um tempo de ira de Deus e de juízo seu contra os ímpios (1Ts 5.1-11; Ap 6.16,17).

A declaração de Jesus de que aqueles dias serão abreviados (24.22) não pressupõe a redução dos três anos e meio, ou 1260 dias preditos. Pelo contrário, parece indicar que o período é tão terrível que se não fosse de curta duração a totalidade da raça humana seria destruída.

A grande tribulação terminará quando vier Jesus Cristo em glória, com sua noiva (Ap 19.7,8,14), para efetuar o livramento dos fiéis remanescentes e o juízo e destruição dos ímpios (Ez 20.34-38; Mt 24.29-31; Lc 19.11-27; Ap 19.11-21).

Não devemos confundir essa fase da vinda de Jesus, no fim da grande tribulação, com a sua descida imprevista do céu, em 24.42-44 (ver notas sobre estes versículos, que tratam da vinda de Jesus, na sua fase do arrebatamento dos crentes), a qual ocorrerá num momento diferente do da sua volta final, no fim da tribulação.

O trecho principal das Escrituras que descreve a totalidade da tribulação de sete anos de duração é encontrado em Ap 6–18.

Aqui estamos enfrentando, mais uma vês, outro ponto polêmico pois, infelizmente, muitos crentes acham que a Igreja irá passar pela Grande Tribulação que virá sobre a Terra. Outros, pior ainda, acham que a Grande Tribulação já chegou e estamos atravessando-a. Contudo, de maneira nenhuma, a Igreja irá atravessar este período, pois esta tribulação destina-se, justamente, ao remanescente de Israel de maneira nenhuma, repito, é destinada a Igreja. Também ocorrerão juízos de Deus sobre os judeus não convertidos e sobre toda a Terra. A Palavra de Deus, em Ap 3.10, dá-nos a garantia de que a Igreja não passará pela Grande Tribulação, antes será guardada. Erroneamente muitos irmãos pensam que o texto citado refere-se a tribulações comuns como  as provações que  nós passamos e que Deus sempre nos tem dado livramento. Enganam-se, pois não é este tipo de luta que diz o texto. Diz o escrito: “Deus nos guardará DA tribulação e não NA tribulação. É completamente diferente! No segundo  caso, Deus conduzirá seguramente os fiéis enquanto eles estiverem em tentação. Porém, no primeiro, ele nem deixará que Eles entrem em tribulação. Também não está escrito que Ele livrará os seus das provações em geral, mas DA HORA DA PROVAÇÃO. Esta não é uma ocasião qualquer, mas da hora específica da provação que o Senhor Jesus predisse que viria sobre a Terra. E é dessa hora que o Senhor disse que os seus serão guardados, ou seja, nem sequer irão passar por ela. E como o Senhor fará isso? Venho sem demora! Eis o segredo! A hora da provação está inserida nos capítulos 5 a 9 de Apocalipse e, dessa hora, a Igreja só escapará se estiver fora da Terra.

Muitos pensam, ainda, que em Ap 7.13 há referência aos crentes pertencentes à Igreja, mas não é. Não pode haver discordância entre Ap 3.10 e 7.14.

A chave para a compreensão do Apocalipse está no primeiro capítulo verso dezenove: “Coisas que viste referem-se ao cap. 1; as que são, cap. 2 e 3; e as que vão acontecer, a partir do Cap. 4.

É claro que na segunda parte do livro a Igreja ainda está na terra. Contudo, estes capítulos (2 e 3) também são proféticos. Eles contam claramente a História da Igreja através dos séculos. Já a partir do Cap. 4, a era Cristã já passou e vemos, a partir daí, a Igreja glorificada nos céus. Isto é comprovado: os 24 anciões é a Igreja, após o Cap. 4 não encontramos mais, nos crentes, as características da Igreja. Ao contrário os grupos de crentes apresentados são muito distintos desta: os 144.000 das doze tribos de Israel e uma multidão que não se pode enumerar, de todas as nações. Também isto não acontece em templo espiritual, mas na cidade na qual o Senhor foi crucificado. Jerusalém voltará a ser o centro dos cultos a Deus, o que descaracteriza o culto da Igreja. Os 24 anciões não são crentes adormecidos, mas crentes glorificados pois trajam vestes brancas e trazem coroas douradas sobre as suas cabeças! Os crentes que agora dormem, não foram ainda ressuscitados. Estes dormem sobre o altar (Ap 6.9). Os anciões também não são anjos pois esses são cuidadosamente discriminados (Ap 5.11; 7.11). Assim também, o caráter dos anciões são de reis (tronos e coroas - Cp 1.6) e de sacerdotes (vestes brancas e intercessão - 5.8). Não! O que vemos aqui é a Igreja glorificada nos céus, e uma outra classe de crentes na terra (7.11 e 13-14; 14.3; 19.4). A doutrina é também citada por Paulo em 1 Ts 1.10, que nos mostra, já daí, que é incorreto o pensamento de que vamos padecer uma mínima parcela que fosse, dos Juízos de Deus. (Vede também Mt 3.7; Rm 2.5; Ap 6.16 e 17; Jo 5.24). Note que, se por um lado virão juízos de Deus sobre a Terra, Ele mesmo nos livrará destes. Atente bem que o verso diz que Ele nos livrará da ira vindoura e não dentre a ira. Quando isto acontecer a Igreja estará em paz nos céus, para depois Cristo retornar trazendo-nos todos. Esta doutrina se trona clara quando sabemos que Cristo. Antes de retornar dos céus com os seus santos, Ele os levará para si, e, quando ele voltar, virão também aqueles que dormem no Senhor. Isto será possível pois antes da Igreja ser tomada aos céus, primeiro os mortos em Cristo ressuscitarão, e a Igreja completa, reunida, estará presente sobre a terra por um instante, para então, todos juntos, sermos arrebatados para encontrarmos com o Nosso Senhor.

O que é a Grande Tribulação

O sentido da palavra “tribulação” na Bíblia: Na língua grega do Novo Testamento, tribulação aparece como thilipsis que significa “colocar uma carga sobre o espírito das pessoas”. Na tradução Vulgata Latina, a palavra é tribulum e se refere a uma espécie de grade para debulhar o trigo. Ou seja: instrumento que o lavrador usa para separar o trigo da sua palha. A idéia figurada, aqui, é a de afligir, pressionar. Analisada à luz do contexto bíblico, a palavra pode referir-se tão somente a um tipo de pressão, aflição ou angústia que se passa na vida cotidiana. Outras vezes, tem o sentido escatológico.

O sentido da expressão Grande Tribulação: A expressão é essencialmente escatológica. No Antigo testamento é identificada por outros nomes, tais como, “o dia do Senhor, Sf 1.14-18; Zc 14.14; a angústia de Jacó, Jr 30.7; a grande angústia, Dn 12.1; o dia da vingança; Is 63.1-4; o dia da ira do nosso Deus. No Novo testamento, a expressão ganha maior sentido com o próprio Senhor Jesus ao identificar aquele tempo como período de grande aflição; Mt 24.13; depois, em Ap 7.14, como Grande tribulação.

O tempo da Grande Tribulação

Não há texto bíblico mais explícito quanto ao tempo da Grande Tribulação do que a profecia de Daniel, 9.24-27 acerca das setenta semanas determinadas por Deus para a manifestação dos juízos de Deus sobre Israel e o mundo.

O que são as setenta semanas: A identificação começa com Dn 9.24: “Setenta semanas estão determinadas”. A palavra semana interpreta-se como semana de dias. O número sete indica a quantidade de dias da referida semana. Porém, a palavra dia interpreta-se como ano. Cada dia equivale a um ano e, sete dias multiplicados por setenta dá o total de 490 anos.

Os três períodos das setenta semanas: O primeiro período de sete semanas, equivalente a 49 anos, teve o seu início no reinado de Artaxerxes através de Neemias, copeiro-mor, Ne 2.1,5,8; quando pediu ao rei para voltar à terra e reedificar a cidade e os seus muros. Ocorreu em 445 a.C. quando foi dada a ordem “para restaurar e reedificar Jerusalém”, Dn 9.25. O segundo período de 62 semanas, equivalente a 434 anos, refere-se ao tempo do fim do Antigo Testamento até a chegada do Ungido, o Messias. Nesse período, o Ungido seria rejeitado e ultrajado pelo seu povo, e morto, Dn 9.26. Cumpriu-se esse segundo período até o ano 32 d.C quando Cristo, o Ungido, foi rejeitado e morto pelos judeus. Até então, 69 semanas (ou 483 anos) se cumpriram. O terceiro período abrange “uma semana” (7 anos) conforme está no texto de Dn 9.27. Misteriosamente, acontece um intervalo profético na sequência natural das 70 semanas identificado como os tempos dos gentios, o nosso tempo, no qual se destaca, especialmente, a igreja constituída de um povo remido por Jesus e que está em evidência até o seu arrebatamento para o céu. Terá início em seguida, a última semana, a 70a .

A última semana profética: No texto de Dn 9.26 surge “um povo e um príncipe” que virão para assolar e destruir Israel sob as assas das abominações. Esse príncipe não é outro, senão o assolador, o Anticristo, o homem do pecado, e o príncipe que há de vir, Dn 9.26. Ele fará uma aliança com Israel por uma semana, Dn 9.27. Virá com astúcia e inteligência. Sua capacidade de persuasão será enorme e, na aliança que fará com Israel, não terá a plena aprovação desse povo. Sua tentativa será a de restabelecer a paz, sobretudo no Oriente Médio oferecendo um tratado. O mundo todo o honrará e o admirará naqueles dias. Ele se levantará de uma força política mundial, uma confederação européia, que na linguagem figurada da profecia aparece como “um chifre pequeno” que surge do meio dos dez chifres” do “animal terrível e espantoso”, conforme Dn 7.8. Esse  “animal terrível e espantoso” pode ser identificado como o sistema europeu, equivalente ao antigo Império Romano. Num breve espaço, metade da semana, três anos e meio, esse líder alcançará o apogeu do seu domínio mundial e então haverá uma falsa paz. Nesse momento se dará o rompimento da aliança com Israel. O príncipe, embriagado pelo poder político, entrará em Israel, e então se iniciará “a grande angústia de Israel” (2 Ts 2.4; Ap 13.8-15), a Grande Tribulação.

Propósitos da grande Tribulação

Dois principais propósitos se destacam: o primeiro é levar Israel a receber o messias; e o segundo é trazer juízo sobre todo o mundo, especialmente às nações incrédulas.

Levar Israel a receber o Messias: O profeta Jeremias profetizou que esse tempo seria identificado como “o tempo da angústia de Jacó”, Jr 30.7. Revela que será um tempo especialmente para os filhos de Jacó, isto é, Israel. Todos os eventos desse período são indicados na Bíblia, como o “o povo de Daniel”, “a fuga no sábado”, “o templo e o lugar santo”, “o santuário”, “o sacrifício” e outras mais. São expressões típicas da experiência política e religiosa de Israel. Portanto, antes de qualquer outra coisa, esse período é especialmente para o povo judeu. Outrossim, o propósito de Deus para com Israel na tribulação é o de trazer conversão a esse povo, porque parte dele se converterá e entrará com o messias no reino milenial; Ml 4.5,6. Quando o Messias surgir, não só os judeus povoarão a Terra, mas uma multidão de gentios se converterá pela pregação do remanescente judeu, Mt 25.31-46; Ap 7.9; e entrará no reino milenial de Cristo.

Trazer juízo sobre o mundo: Apocalipse 3.10 revela esse propósito quando fala a igreja de Filadélfia: “também eu te guardarei da hora da angústia que há de vir sobre o mundo inteiro”. A mensagem é para a igreja e dá a garantia de que será guardada daquele tempo. Mais uma vez compreende-se que a Igreja não passará pela grande tribulação. Entendemos que esse período alcançará a toda as nações da terra; Jr 25.32,33; Is 26.21; 2 Ts 2.11,12, e Deus estará julgando-as por sua impiedade. Diz a Bíblia que as nações da terra terão sido enganadas pelo ensino da grande meretriz religiosa, chamada Babilônia, Ap 14.8, e seguido ao Falso profeta na adoração a Besta, Ap 13.11-18. Esses juízos virão para purificar a Terra e, quando o messias assumir o comando mundial do governo, haverá paz e justiça.

Isto nos leva a uma pergunta: Haverá Salvação durante a Grande Tribulação? Antes de estudarmos a resposta a esta pergunta, precisamos livrar-nos de preconceitos e raciocínios puramente humanos quanto a esse assunto. Sim! Esta é a resposta - Ap 6.9-11; 7.9-14; 20.4; At 2.17-21. Como o povo se salvava antes da dispensação da Graça? (At 15.11; Gl 3.8). Atente bem para a palavra “Evangelho” nesta última referência.

Estará a Igreja na grande Tribulação?

Existem duas linhas de entendimento acerca desse assunto: uma acredita que a Igreja não estará no primeiro período da Grande Tribulação; outra afirma que a Igreja sofrerá no primeiro período da Grande Tribulação.

Os partidários do arrebatamento da Igreja depois da Grande tribulação insistem que os rigores da tribulação são exclusivamente para Israel. Porém, entendemos que o arrebatamento se dará, nem na metade, nem depois da Grande tribulação, mas exatamente antes dela, para livrar a Igreja desse inigualável tempo de sofrimento; 1 Ts 1.10; 3.10.

Podemos perceber que os juízos catastróficos de Deus sobre Israel e o mundo naqueles dias só terão início depois que a Igreja for retirada da Terra. Até o capítulo 5 de Apocalipse se fala da Igreja, mas no capítulo 6, quando se iniciam os juízos, a igreja não mais aparece, senão no capítulo 19.

Os partidários da idéia de que a Igreja estará na primeira metade da Grande tribulação confundem essa metade, que será de uma falsa paz negociada entre Israel e o Anticristo, Dn 9.27. Não cremos que a Igreja necessite da paz do Anticristo bem como não podemos interpretar o cavaleiro do cavalo branco de Ap 6.2 como sendo Cristo, uma vez que na sequência do texto os outros cavalos e seus cavaleiros são demonstrações dos juízos divinos, Ap 6.2-8.

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